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quinta-feira, 25 de março de 2010

A menina Rafaela é "vilã" na novela da Globo


              Eu nunca tinha parado para pensar nisso, é apenas uma criança! Quando eu vi  esta matéria no blog da "Prô Rirela" achei maravilhoso pq eu já estava detestando essa criança. E o próprio Deus fala do amor e da inocência das crianças quando disse:


Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas. Em verdade vos declaro: quem não receber o Reino de Deus como uma criancinha, nele não entrará." (Lucas 18,15-17)

                                                              Áurea Medeiros



Marcia Viotto*

 
Chama nossa atenção a novela das oito da Globo, “Viver a vida”, na qual seu autor, Manoel Carlos, procura retratar o cotidiano brasileiro apresentando a menina Rafaela, oito anos de idade, interpretada pela atriz mirim Klara Castanho, uma trabalhadora infantil, do sexo feminino e no papel de “vilã”.

A Constituição Federal é clara: é proibido o trabalho aos menores de 16 anos, exceto como aprendizes, a partir dos 14 anos. Ao contrário do que acontece com os trabalhadores e trabalhadoras infantis nas lavouras, nas ruas, nos fundos de quintal, o trabalho de crianças na TV ganha os aplausos da sociedade, que acha lindo aquele ser pequenino interpretar papéis que as tornam estrelas e rendem muito dinheiro a sua família .

Será que as pessoas se dão conta que essa representação pode levar a uma adultização precoce e que trará malefícios físicos, mentais, sociais e acarretar transtornos para a criança? A personagem infantil é do sexo feminino, não conhece seu pai (um marginal), a mãe – outra mulher que tenta tirar vantagem das situações – sobrevive às custas de um homem (argentino) apaixonado por ela e todos vivem muito bem... muito teria de real se contextualizado na realidade brasileira e nas causas de tal situação, mas como toda novela, o que predomina é a suposta vontade das massas – que dá a audiência e lucro. As novelas brasileiras fazem parte da cultura do país, do nosso cotidiano; retratar uma criança neste papel é extremamente negativo para sua formação.


*Márcia Regina Viotto é socióloga, assessora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, membro do Fórum Paulista de Prevenção e Erradicação do trabalho infantil-segmento dos trabalhadores e membro do Instituto Brasil Melhor




Para ler o artigo completo acesse http://www.promenino.org.br/Ferramentas/DireitosdasCriancaseAdolescentes/tabid/77/ConteudoId/836272e0-a01a-4920-93ee-6adf6d4f9eb4/Default.aspx
 
Retirado do blog  http://proportoseguro.blogspot.com/

Reflexão Biblica:


1 comentários:

Silmara F. disse...

Oi querida!
Eu não gosto dessa personagem, nem da personagem da Dora,...
Apesar amiga, essa é a realidade, existem mtos pais, que não colocam limites aos filhos, não educam, não ensinam...
E acabam fazendo do filho um poço de má criação.
Bjs

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